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Notícias
PATRIMÔNIO IMATERIAL
Foto: Alexandre Burity/Iphan
Na última sexta-feira (21/3), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou, no auditório de sua superintendência do Maranhão, a segunda edição do encontro “Café com Cordel”, evento anual que busca o fortalecimento da Literatura de Cordel no estado. Recitais de poesia, declamações autorais e a participação de renomados representantes do movimento cordelista maranhense, a exemplo da escritora e poeta Raimunda Frazão, reconhecida como “Rainha do Cordel Maranhense”, movimentaram a programação.
A superintendente do Iphan no Maranhão, Lena Brandão, destacou que o Instituto cumpre com sua missão na valorização do Patrimônio Imaterial Brasileiro – a Literatura de Cordel foi registrada como Patrimônio Cultural do Brasil em 2018, inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão. “Este evento reafirma o esforço do Iphan na promoção e visibilidade dos homens e mulheres cordelistas em todo o estado e busca manter essa comemoração anualmente, a fim de que possa se constituir como uma agenda no calendário do Cordel do Maranhão, mobilizando a sociedade local”, disse ela.
Na ocasião, foram premiados oito cordelistas por sua luta em manter viva essa cultura popular no Maranhão. São eles: Paulinho Nó Cego, Marcos Aurélio Dantas, José Edimar Barbosa, Mikeias Cardoso, Maria Goreth Cantanhede, Raimunda Frazão, Moizes Nobre e Jeremias Pereira da Silva, mais conhecido como Gerô (in memoriam). Este último, homenageado na pessoa de seu primo, foi considerado um precursor do movimento cordelista no Maranhão, e a data da sua morte motivou a criação do Dia Estadual do Poeta de Cordel (22 de março).
O cordelista Mikeias Cardoso mencionou a importância do II Café com Cordel para o fortalecimento da literatura cordelista no estado. “O Iphan está de parabéns, pois é através de ações como esta que se promove e se valoriza a Literatura de Cordel que nós, cordelistas, mantemos firme. O Cordel é a mais pura expressão da arte falada no Nordeste. Nossas tradições, nossos costumes se fazem representados em nossos versos, do litoral ao sertão maranhense”, afirmou.
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