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Notícias
ENCONTRO
Foto: Filipe Araújo/ MinC
Nesta quarta-feira (19), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, se reuniu com o escritor indígena Daniel Munduruku. A reunião contou também com a presença do secretário de Formação, Livro e Leitura (Sefli), Fabiano Piúba; do diretor do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), Jéferson Assumção; e da coordenadora-geral de Leitura e Bibliotecas, Aline Franca. Na ocasião, o escritor presentou a titular da Pasta com alguns dos seus mais de 60 livros publicados.
Na pauta, diálogos sobre as políticas culturais da cidade natal do autor, Lorena (SP), e as possibilidades de fomento e parcerias para ampliar a articulação federativa entre o MinC e o município. Outro ponto tocado foram as ações de valorização da literatura indígena no país.
“É a força da condução da ministra que está fazendo com que a arte brasileira volte com toda a dignidade, com toda a honra para esse cenário internacional que o Brasil perdeu nos últimos tempos, mas agora está aí de volta e graças ao seu trabalho. Vamos unir forças para a gente fazer fortalecer mais a cultura de todo o Brasil”, afirmou Daniel.
O escritor fez um convite para a 20ª edição do Encontro de Escritores Indígenas, que deve acontecer em agosto, no Rio de Janeiro. Ele foi indicado ao Prêmio Alma 2025, um dos mais importantes do mundo na categoria de literatura infantojuvenil.
“Com a sua obra, nós, brasileiros, temos a oportunidade de conhecer um pouco mais do universo dos povos indígenas, da vida, da natureza, especialmente para os jovens e crianças. E quero parabenizar por estar concorrendo ao prêmio Alma, que é nosso Oscar da literatura infantojuvenil. Isso, para nós, nos honra muito. Desejo sucesso. Estaremos aqui torcendo”, comemorou Margareth Menezes.
“Reforçar também a importância do Encontro de Escritores Indígenas que está sendo construído em parceria também com a Sefli, uma ação de promoção e difusão da literatura indígena”, completou o secretário Fabiano Piúba.
De acordo com o Daniel, atualmente, no Brasil há mais de 100 autores indígenas produzindo literatura com 300 títulos publicados.